Cristiane Fernandes Vaz
Elisangela Barbosa Trovó de Lima
Bruno Tavares
Claudia Della Santa
Alessandra Crosariollo
Getúlio Alves da Silva
Grazielli Prevelactto Rodrigues
Daniele S. Teles
Heidi Cynthia Trinidad Tafur
Michael Takashi Oliveira Ikeda
Daniel Fulfaro da Silva
Simone Fernandes da Silva
Fernanda Pereira Belo
Carlos da Silva Cazuza
Aline Capiotto Pacheco
Andrea Cristina Silvestre
Roberta Julie Pinheiro
Yascara Adonay Perno do Rio
Josefa Telma Pessoa da Silva
Elisete Ferreira do Amorim
Pedro Gawryszewshi
Reginaldo Campos
Rita de Cássia Santos Ferreira
isabella
Heronildes
Maria Francisca de Oliveira
Milena Alves de Oliveira
Antonio Carlos Feria
João Ferreira Pinto
Samara Aparecida da Cunha
Deborah Rocha Barboza
Antonio Gomes de Oliveira
Lidia Maria de Jesus Gonçalves de Oliveira
Fernanda Regina Silva
Vanessa Martins Lago
Francisco Gonçalves Sena
Giovana Dias Strufaldi
Carlos Aracy das Neves
Jaime Faustino
Tadeu Rocha dos Santos
Dinamerico José de Souza
Antonio Honorio da Silva
Mariane Perez
Luiz Carlos Pereira
Priscila de Ávila Sobrinho
Lidiane de Carvalho Freitas
Maria Jose Marques Matias da Silva
Sebastiana Rocha
Naiara Alves da Silva
Jerônemo Lopes de Gouveia
Patricia Rodrigues Souza
Andre Ceciliano dos Santos
Reinaldo
Orlindo de Jesus Valdigem
Manoel Gomes da Silva
Jorge Luiz da Silva Teixeira
Mendes
Gabriel Barbosa de Meneses
Ronaldo Barreto
Thiago dos Santos
Maricelia Mendes da Silva
Karina dos Santos Alves
Marcio Jose da Silva
Vera Lúcia Fernandes da Silva
Jandira de Paula Lima Monteiro
Nivaldo Medrado de Souza
Francine Titorelli da Cruz
Marlucia de Oliveira Lima
Eduardo Pereira Macêdo
Rosa Augusta Alves
Jose Batista Adaes
Felipe Teylor Pereira Martins
João Monteiro
Maria Salete Silva
Manoel Valdeci Soares
Isis P. F. Brito
Sandra Adriana Abreu da Silva
Maria Lucia, Isabel e Célia
Jose Maria Barbosa
Eduardo de Miranda Leocadio
Emerson da Silva
Paulo Henrique Pereira de Oliveira
Eva Jaquimar Nunes Parizotto
Francisco Carlos de Lima Moreira
Jorge Quinteros Abarzua
Selmo Mozert
Maria Aparecida Almeida Monteiro
Osvaldo Neves Filho
Maria Jose Antunes da SIlva
Hiroo Minami
Delfino Souza dos Santos
Lucrecia Rubem de Macedo
Jose Alves de Macedo
Leda Maria Neves de Lima
Aldo Matias Lofiego
Renilson França da Silva
José Hildo Silva da Cruz
Francisca Centeno
Bento Marcelino da Silva
Kelly Luciana Bento
Roney Wander Ribeiro "Roninho"
Cleidimárcia Ferreira Alves
Leonardo de Oliveira Trindade
Graciene
Kelé
Wilson Getúlio Larré
Valdir Roberto Correa dos Santos
Adaias Bezerra Teixeira
Odair Fatori
Manuel Alves França
Marlene Martins Bicalho
Laura Maria Abate
Julia da Conceição Rita da Silva
Maria Helena Alves Ventura
Anísio Dias Borges
Claudio Cesar Pereira Assumpção
Justino Carlos de Araújo
Francisco José de Castro
Rosiene Prado Silva
Enrique Ferreira Eduardo
Raquel de Lima Cordeiro
Abel Gomes de Brito
Anilton Celestino Santos
Pedro Borges de Moura
Domingos Mateus Morandim
Jose Francisco da Silva (Jose Emidio)
Maria Rosa da Costa
Terezinha Monteiro
Wilson Oliveira dos Santos
Cleber de Paula Matias
Bruno Vargas Dalla Rosa
Douglas Feitosa de Freitas
Número do S.O.S Criança nacional - DISQUE 100 , Mirela Priscila . QUE DEUS ESTEJA EM TODOS OS LARES..
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
AJUDE-NOS!!!!!!!!
CPI defende criação de cadastro nacional de desaparecidos 03 de dezembro de 2009
Gente que reclama de tudo e nem se quer agradece a Deus pelo o que tem, mas você pode fazer a diferença.
Nos ajude, Divulgue faça sua parte..... Nossas crianças agradecem!!!!
Depois de ouvir hoje (3), durante mais de cinco horas, em audiência pública na Assembleia Legislativa da Bahia, parentes de menores desaparecidos, a presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Crianças e Adolescentes Desaparecidos, deputada Bel Mesquita (PMDB-PA), voltou a insistir na criação de um cadastro nacional e na definição de políticas públicas para enfrentar o problema.
"Apesar de tantas pessoas imbuídas na busca de soluções, não temos uma política de garantia às crianças e adolescentes. Por isso, as famílias não encontram apoio nas instâncias oficiais", disse a deputada, ao defender a instituição do Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos pela sociedade, e não no âmbito do governo. O projeto de lei criando o cadastro aguarda sanção presidencial.
Em sintonia com as preocupações da presidente e dos membros da CPI, que já seguiram para outra audiência pública, amanhã (4), em Natal, a criadora do Movimento Nacional de Busca e Apoio a Pessoas Desaparecidas Simone Pinho, Josenilda Ribeiro Lima, também falou na audiência em Salvador: "É preciso dizer que não temos nenhum apoio de governo na nossa ação. Esta CPI é boa e já vem até atrasada, mas ela deveria tratar também do desaparecimento de adultos, e não só de crianças e adolescentes", afirmou.
A filha de Josenilda, Simone Lima Pinho, de 26 anos, saiu de Salvador em junho de 2000 para as festas juninas nos Lençóis Maranhenses e não voltou. Na busca de pistas, ela apelou à polícia de Salvador, que não pôde fazer nada e a encaminhou a Lençóis, onde policiais maranhenses tampouco tomaram providências, sob o pretexto de que Simone era maior de idade.
" Os policiais me trataram com o maior descaso, e aí eu vi que tinha que lutar sozinha", lembrou. Em setembro de 2002, Josenilda criou o movimento que tem o nome da filha e começou a reunir pessoas em situação semelhante à sua: "Hoje temos 2.862 desaparecimentos cadastrados e, destes, 620 desaparecidos foram localizados, vivos ou mortos".
Em abril de 2005, por uma reportagem na televisão, Josenilda soube da prisão, no Pará, de José Vicente Matias, o "Corumbá", assassino confesso de seis mulheres, três delas estrangeiras. Ele dizia ter feito um pacto com o diabo e que teria de matar sete mulheres, e pelo que disse na tevê, ela resolveu ir ao seu encontro.
"Lá, a polícia copiou uma foto da minha filha pela internet e ele confirmou que tinha matado ela com duas pedradas, bebido o sangue e comido os miolos". Mas o horror de Josenilda se prolongou por mais oito meses, até conseguir que a polícia levasse o assassino ao local onde a ossada de Simone foi encontrada, numa cova rasa no mato.
A trágica história de Josenilda Ribeiro Lima é vista como exceção no rol dos desaparecimentos, já que Simone foi vítima de um insano, mas de toda forma se insere no contexto da luta pela criação do cadastro e da conscientização da polícia em todos os níveis sobre a gravidade do problema, segundo parlamentares da CPI.
"A formação dessa consciência é necessária para que possamos combater de fato o desaparecimento. Para se ter uma ideia, a maior parte dos desaparecimentos é de crianças, das quais 85% são encontradas. Destas, cerca de 70% fugiram por causa de conflitos familiares, o que indica a urgência de uma política voltada de fato para a origem do problema", concluiu a presidente da CPI.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Mensagem do dia! MAIS VOCÊ! Ana Maria
O que você faz para viver bem?
O que eu tenho não me pertence, embora faça parte de mim.
Tudo o que sou me foi um dia emprestado pelo Criador para que eu possa dividir com aqueles que entram na minha vida.
Ninguém cruza nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão.
Há muito o que dar e o que receber; há muito o que aprender, com experiências boas ou negativas. Tente ver as coisas negativas que acontecem com você como algo que aconteceu por uma razão precisa.
E não se lamente pelo ocorrido; além de não servir de nada reclamar, isso vai te vendar os olhos, dificultando assim, continuar seu caminho.
Quando não conseguimos tirar da cabeça que alguém nos feriu, estamos somente reavivando a ferida, tornando-a muitas vezes bem maior do que era no início. Nem sempre as pessoas nos ferem voluntariamente.
Muitas vezes somos nós que nos sentimos feridos e a pessoa nem mesmo percebeu; e nos sentimos decepcionados porque aquela pessoa não correspondeu às nossas expectativas. E sabemos lá quais eram as nossas expectativas? Decepcionamo-nos e decepcionamos outras pessoas também.
Mas, claro, é bem mais fácil pensar nas coisas que nos atingem. Quando alguém te disser que te magoou sem intenção, acredite nela! Vai te fazer bem. Assim, talvez, ela poderá entender quando você, sinceramente, disser que "foi sem querer".
Dê de você mesmo o quanto puder! Sabe, quando você se for, a única coisa que vai deixar é a lembrança do que fez aqui.
Seja bom, tente dar sempre o primeiro passo para a reconciliação, nunca negue uma ajuda ao seu alcance, perdoe e dê de você mesmo.
Seja uma bênção a todos que o cercam! Deus não vem em pessoa para abençoar, Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir essa missão.
Todos nós podemos ser Anjos. A eternidade está em nossas mãos. Viva de maneira honrada, para que quando envelhecer, você possa falar só coisas boas do passado e sentir assim, prazer uma segunda vez... e ter a certeza de que quando você se for, muito de você ainda fique naqueles que tiveram a boa ventura de te encontrar.
Chico Xavier
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Mensagem do dia! Quando eu me amei de verdade
Quando eu me amei de verdade
Quando eu me amei de verdade,
Compreendi que em qualquer circunstância,
Eu estava no lugar no lugar certo e na hora certa
E então pude ficar tranquilo,
Hoje sei que a isso se chama auto-estima.
Quando eu me amei de verdade,
Pude perceber que a minha angústia e sofrimento
Não passam de um sinal de que estou a contrariar a minha verdade.
Hoje sei que a isso se chama autenticidade.
Quando eu me amei de verdade,
Parei de desejar que a vida fosse diferente,
E comecei a ver que tudo contribui para o crescimento.
Hoje sei que a isso se chama amadurecimento.
Quando eu me amei de verdade,
Percebi que é ofensivo forçar algo ou alguém a uma situação
Hoje sei que a isso se chama respeito.
Quando eu me amei de verdade,
Comecei a livrar-me de tudo o que me diminuísse.
De início pensei que fosse egoísmo,
Hoje sei que a isso se chama amor-próprio.
Quando eu me amei de verdade,
Deixei de fazer grandes planos
Hoje faço o que gosto, quando quero e no meu ritmo.
Hoje sei que a isso se chama simplicidade.
Quando eu me amei de verdade,
Desisti de querer ter sempre razão,
E com isso errei menos vezes.
Hoje sei que a isso se chama humildade.
Quando eu me amei de verdade,
Desisti de ficar só no passado e de me preocupar tanto com o futuro.
Agora me mantenho mais no presente,
Hoje sei que a isso se chama plenitude.
Hoje é o Dia Mundial de Combate à Aids
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