quinta-feira, 7 de julho de 2011

Violência doméstica - Profissão Repórter- Parabéns a TV Globo.

Temos que dizer NÃO a essa violência, e não ter medo de denunciar!


Violência doméstica - parte 1




Mulheres denunciam casos de agressão



dentro do próprio lar


Setenta e cinco mulheres foram chamadas para um mutirão de audiências. A maioria desiste do processo. Das 42 que vieram, só oito resolveram manter o processo contra o companheiro agressor.

Duas mil mulheres registraram boletim de ocorrência por agressão, de janeiro a março deste ano, na grande Vitória, no Espírito Santo. O repórter Thiago Jock acompanhou por uma semana o trabalho de uma delegacia da mulher de Serra. É o estado onde morreram mais mulheres assassinadas em dez anos.

Os repórteres Eliane Scardovelli e Victor Ferreira vão ouvir homens acusados de violência domestica em São José do Rio Preto, no interior paulista. Em três cidades brasileiras, o homem acusado pela primeira vez tem a alternativa de frequentar um grupo de reeducação para agressores.

Há dois anos, a justiça de São Paulo criou um juizado especial só para julgar casos de violência doméstica. As repórteres Gabriela Lian e Paula Akemi mostram como funciona esse trabalho.

Setenta e cinco mulheres foram chamadas para um mutirão de audiências. A maioria desiste do processo. Das 42 que vieram, só oito resolveram manter o processo contra o companheiro agressor.

Uma mulher ligou para a redação da TV Globo pedindo ajuda para a amiga Thais Rossetti, guarda civil. Thais foi casada com o bombeiro Daniel Botelho durante cinco anos. Hoje, vive escondida do ex-marido.

Há um ano, Thais saiu de casa com os filhos. Ela conseguiu na Justiça uma medida protetiva para que o ex-marido não chegasse perto. Daniel está preso há quatro meses por causa dessas ameaças. Daqui a duas semanas, a Justiça vai decidir se ele vai ser posto em liberdade.


Violência doméstica - parte 2


Justiça decide destino de acusados de



agredirem esposas e ex-esposas


Ex-marido de Thais pode sair da prisão. O marido de Luísa vai embora.

Justiça decide se o ex-marido de Thais poderá sair da prisão. Daniel está preso há quatro meses porque ameaçou Thais de morte. Duas horas depois, chega a notícia. Uma semana depois da audiência, o bombeiro Daniel foi solto.

O juiz determina que o marido de Luísa, em Serra (ES), seja afastado do lar. Ela arruma as roupas do marido. A filha caçula assiste tudo. O marido de Luísa vai embora. Ele já está longe de casa há um mês.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Reportagem do SBT, mostra um mundo negro...

A reportagem do SBT, mostra um mundo negro e muitas vezes esquecidos pelo mundo.

Mas esse mundo esta ai para quem quer ver, um mundo de prostituição e dor para muitas famílias e principalmente para essas crianças.

Como podemos ver e ouvir essas reportagem e não se emocionar .

Vamos ajudar, denuncie, faça sua parte.

Veja essa serie de reportagem, e parabéns ao SBT, se todos denunciassem esses homens que procuram essas crianças para seu prazer, e pessoas que usam essas crianças para ganho próprio, com certeza não teríamos esse tipo de violência contra essas crianças.

AJUDE!!!!



quinta-feira, 16 de junho de 2011

NOSSAS CRIANÇAS PEDEM SOCORRO !

A cada minuto que passa mais crianças são espancadas, abusadas e estão sofrendo maus tratos, mas você pode ajudar .

Basta um telefonema, apenas uma ligação para mudar a realidade sofrida de uma criança.

Faça parte desta força.

Ajude essas crianças a terem um futuro, lembre-se :

Você pode fazer a diferença!

Ligue e mude essa realidade.

Numero para denuncias, você não precisa se identificar:

DISQUE 100


1620

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Professor espanca crianças no Egito

Mas um a vez cenas que chocam o MUNDO.
Mas uma vez nossas crianças pedem socorro.
Imagens chocantes, mas a realidade no mundo todo.
Denunciem, não tenham medo.
Nossas crianças precisam de ajuda, não deixem de denunciar.

  • destacar vídeo
  • espalhe por aí

Imagens mostram um professor egípcio batendo nos alunos com uma régua, puxando o cabelo, espancando e dando safanões nas crianças. Veja essas cenas chocantes.



quarta-feira, 1 de junho de 2011

Crianças desaparecidas: Desespero dos pais "esbarra na indiferença legal"

Crianças desaparecidas: Desespero dos pais "esbarra na indiferença legal"
Em Portugal, já desapareceram, desde o início do ano, 766 jovens
Foto: Archangeldeb/ Flickr


Por Sandra Gomes - lcc08069@letras.up.pt

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Desde Janeiro, foram registados 766 casos de jovens desaparecidos em Portugal. No nosso país, o desaparecimento não é crime e, para Carlos Anjos, inspector da Polícia Judiciária, a espera de 48 horas pode comprometer as investigações.

Em Portugal, "não há uma lei para crianças desaparecidas". Carlos Anjos, inspector da Polícia Judiciária (PJ) e presidente da Comissão de Protecção às Vítimas de Crimes explica, ao JPN, que, pelo facto de muitos desaparecimentos serem fugas temporárias e não raptos ou outros crimes, "ficou institucionalizado no Estado" um período de espera de 48 horas antes de se iniciar as investigações. Mas esta espera pode "comprometer as investigações", alerta, defendendo, neste Dia Internacional da Criança Desaparecida, a criação de um "quadro legal para os desaparecidos". "Aos polícias, estão vetados recursos como pedir mandados de busca e escutas telefónicas, pela simples razão de que não é crime", diz.

Para Carlos Anjos, as primeiras horas de um desaparecimento são "imprescindíveis", pois a livre circulação de pessoas contribui para o agravamento da situação. "Não há fronteiras", relembra o inspector, dando um exemplo: "mete-se uma criança ou um adulto, alguém voluntário ou involuntário, num carro em Lisboa, e, sem nenhum controlo, chega-se à Polónia".

"Por cada hora que se perde numa investigação de um desaparecimento, diminuem as possibilidades de se encontrar a criança", sublinha Carlos Anjos, realçando a importância de, nas primeiras horas a seguir ao desaparecimento, ser fundamental "contactar a polícia e começar logo a investigação". Mas antes disso, considera que "o poder político, a Assembleia da República e os partidos deveriam fazer uma lei que identificasse a situação de desaparecimento" explicasse "quais as medidas de investigação".

Número de desaparecidos "tende a aumentar"


A culpa não é só da legislação. Os pais também têm "alguma responsabilidade", afirma o inspector."Quando um filho desaparece, os pais tentam ligar para os amigos todos, e só passado algumas horas, às vezes dias, contactam as polícias". Mas, mesmo quando os pais entendem a importância das primeiras horas depois do desaparecimento, Carlos Anjos lamenta que "o desespero dos pais esbarre na indiferença legal do sistema". "Falar com os amigos, fazer o percurso do último dia, ir à escola recolher informação é o que pode ser feito" nestes casos, garante, pois "a lei não permite fazer mais nada".

Recordemos, neste dia, os números da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD): 766 casos de desaparecimentos de jovens em Portugal desde o início do ano. Segundo o inspector da PJ, a grande maioria dos desaparecimentos ocorrem entre os 12 e os 16 anos e resultam de paixões adolescentes e das más notas obtidas na escola. Aliás, Carlos Anjos refere que "o fim dos períodos [escolares]" é dramático. "Há sempre um pico de desaparecimentos quando há notas escolares", salienta.

E o número avançado pela APCD tem tendência para aumentar, entende o também presidente da Comissão de Protecção às Vítimas de Crimes. "Cada vez os pais têm menos tempo para estar com os filhos" e estes "passam cada vez mais horas sozinhos", explica, referindo que "os jovens começam a ganhar cada vez mais autonomia".

Essa autonomia pode traduzir-se num acesso livre às redes sociais, que permitem um amplo contacto com muitas pessoas. E, se em alguns casos, esta característica das redes é vista como algo benéfico, noutros pode ter graves consequências. Carlos Anjos revela que a ameaça que as redes sociais representam "é a mais perigosa", sobretudo para as raparigas, pois do contacto pode resultar "abuso sexual".



LINKS DE AJUDA.. criancadesaparecida.org

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